Como e porquê de fazer elevações

Vamos mostrar-te como e por que motivos precisas de adicionar uma elevação perfeita à tua rotina de treino.

Aproveita todas as dicas para começares a colher os frutos. As elevações podem parecer atos exibicionistas. (Consegues pensar numa forma de demonstrar a força com maior impacto? Pois, não me parece.)

No entanto, são alvo de credibilidade por uma boa razão: são exercícios incrivelmente desafiantes e eficazes, que treinam melhor todo o teu tronco do que praticamente qualquer outro exercício de peso corporal.

Para progredir rapidamente nas elevações, aconselhamos a treinar no mínimo 2 vezes por semana, isto é praticamente obrigatório se desejas progredir e obter resultados, tanto em termos estéticos como de rendimento.

No entanto evita treinar em demasia isso seria contra produtivo, o correto repouso é essencial para progredir corretamente.

A frequência ideal de treino é de 3 vezes por semana, 1 dia sobre 2. Ex:(segunda, quarta e sexta).

Abaixo disponibilizamos-lhe um plano de treino o qual pode modificar ao longo da sua progressão e dos seus objetivos.

Bom treino!

Fazer a sua primeira elevação

É frustrante não conseguir levantar o próprio corpo na barra fixa, mas poucos são os que começam e já conseguem realizar repetições completas no exercício.

Com um pouco de trabalho e paciência qualquer um chega lá.

Em baixo – Nunca retire a tensão das costas

Os braços devem ficar totalmente estendidos neste exercício, mas não se limite a ficar pendurado. Mantenha sempre uma tensão constante nas omoplatas. Se ficar só pendurado (posição Dead Hang), os ombros roçam nas orelhas quando se eleva e coloca demasiada tensão nos tendões dos bicípites e manguitos rotadores. E isto é algo que você não vai querer, a não ser que deseje arriscar uma lesão. 

A meio da elevação – Preste mais atenção às omoplatas

Quando começar a subir o corpo, não utilize apenas os braços. Em vez disso, pense em puxar as omoplatas para baixo e para trás à medida que os cotovelos se aproximam das costelas.

Estará a controlar os ombros e as omoplatas utilizando o que os fisiologistas chamam de “ritmo escápulo-umeral”. Este é um dos grandes segredos para manter a saúde dos ombros e controlar a técnica da elevação.

Em cima – Puxe mais por si e finalize a repetição

Quando o queixo passar a barra, não pare de puxar. Contraia bem as omoplatas para trás e tente elevar ainda mais o queixo (aguente assim). Enquanto faz isto, mantenha sempre a tensão nos glúteos e core. O tronco pode inclinar-se um pouco para trás, os pés e as canelas ficam à frente da barra. Isto não é um problema, mas não deixe os os ombros ficarem demasiado para trás, para não lesionar os manguitos rotadores.

A rotina de treino a cima é apenas um exemplo a qual pode ser modificada à vontade e à necessidade de cada um.

Pega pronada: É aquela que na posição inicial de um movimento, a palma das suas mãos e os antebraços ficam voltados para baixo ou para frente (vê as costas da mão).

Pega supinada: A palma das mãos e antebraços ficam para cima ou para trás na posição inicial do exercício(vê o interior do antebraço).

Pega larga: É a pega supinada, apenas coloca as mãos mais afastadas uma da outra.